A crise reduziu o tempo de espera para comprar um caminhão no Brasil. Segundo Cláudio Zattar, diretor-superintendente da Vocal, a maior concessionária de caminhões Volvo da América Latina, a fila para comprar um caminhão chegava a sete meses antes da crise. Agora, ela caiu para um mês. Mesmo com a demanda menor, Zattar afirma que o setor de caminhões não foi tão afetado pela crise quanto o de carros. "A venda de caminhões não tem tanto a ver com crédito e renda quanto a de carros. Nossos clientes são grandes frotistas, demandados pela indústria." Com a queda na produção industrial, o setor espera crescer menos em 2009 que os 36% registrados neste ano. Mesmo assim, Zattar mantém os planos e estendeu neste ano o programa de participação nos lucros a todos os funcionários.
Fonte: Folha de São Paulo